Microchip para cães e gatos: como funciona?

19/10/2018
por Renata Brunelli
Microchip para cães e gatos: como funciona?

Com o passar do tempo, diversas formas de manter os animais de estimação seguros foram sendo criadas. A coleira, por exemplo, como método de identificação, não é infalível. Um cão ou gato que se perde de casa, pode acabar perdendo a coleira no caminho.

Uma novidade que vem ganhando destaque e pode contribuir de maneira efetiva para reforçar a proteção e encontrar com mais facilidade cães e gatos perdidos é o chip para animais.

O que é o chip para animais?

O chip ou microchip é um dispositivo do tamanho de um grão de arroz, que é implantado sob a pele do pet. Por meio de um leitor específico, ele apresenta o seu código, que contém informações sobre o animal, como meio de contato com o dono, raça, porte, idade, entre outros dados relevantes.

Os dados contidos nos dispositivos ficam armazenados em bancos de dados on-line.

Por que implantar chip para animais?

A implantação de chips não é uma novidade, pois já vinha sendo feito em animais silvestres ou que foram resgatados.

Percebeu-se, porém, que o chip também poderia ser útil ao ser implantado em animais domésticos para identificar e facilitar a obtenção de informações sobre um animal perdido nas ruas.

O microchip já é obrigatório para animais que vão viajar para a Europa e Japão.

Como funciona o processo de implantação?

Algumas clínicas veterinárias, pet shops e Centros de Controle de Zoonoses já fazem a implantação do chip em cães e gatos.

Apesar de não ter riscos e não provocar qualquer tipo de dor, é preciso escolher um local de qualidade e que tome os devidos cuidados durante a implantação. Garantir que a empresa fabricante do chip é segura e que faz um produto de qualidade é imprescindível.

A implantação não precisa de cirurgia e é feita por meio de uma seringa com agulha mais grossa, no pescoço do animal, sem ter a necessidade de aplicar anestesia. Não é necessário fazer manutenções ou troca do chip com o passar dos anos.

Não são só os cães e gatos que podem receber esse tipo de identificação. Bois, peixes, cavalos, morcegos, aves e ratos também podem ser contemplados.

Apesar de estar ganhando destaque no país, a tecnologia apresenta algumas desvantagens. São vendidos alguns dispositivos de má qualidade, não são todas as clínicas que possuem o leitor do código e o banco de dados não é unificado.

Outro ponto que ainda precisa ser melhorado é que não se pode identificar o animal perdido por meio de um localizador de GPS. Essa identificação é feita apenas por meio do leitor eletrônico do código.

Todo cuidado é pouco para mantermos nossos amigos peludos sãos e salvos, por isso, todo processo para protegê-los é sempre válido.


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